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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Chamar as coisas pelos nomes

Ao contrário do que possa parecer, o nome deste (maravilhoso e totalmente inovador) espaço não foi escolhido à toa, foi pensado ao pormenor, perdemos horas nisto! Não, estou a exagerar, mas é uma denominação que faz sentido. É que se há coisa que nos tem acompanhado são as malas. Quando terminou 2013 e fiz um balanço do ano...ok, não fiz nada disso. Mas dei por mim a pensar na quantidade de casas e locais deste país por onde passei ao longo do ano. Comecei na capital, de onde confesso não guardar as melhores recordações. Talvez pela distância, pela mudança repentina dos tempos de faculdade para uma rotina mais séria, pelas saudades dos amigos sempre por perto. Adiante, um dia volto lá para mudar esta ideia. Afinal, é uma cidade linda.
Seguiu-se o regresso à Invicta, a eterna cidade de eleição e do coração. Meu querido Porto.
E do reboliço da capital do Norte, fui arrastada para o sossego de Bragança, desta feita para uma curta estadia. Nesta fomos juntas, o único mês em que realmente partilhámos uma casa (ou uma sala, vá, alugámos uma sala) , embora pareçam sempre muitos mais. E quando eu achava que estava na cidade mais pacata de sempre, fui viver para...a Guarda (grilos). Nada contra, é muito bonita, mas demasiado calma e fria para mim. Por fim, regressei ao Norte. Braga foi a minha última estadia, onde permaneço, ainda que não com a mesma atividade profissional. Pelo meio, sempre Ponte da Barca, este paraíso do alto minho.
Todas estas viagens, mudanças,despedidas e adaptações em prol de quê? Do sonho, aquele que a colega aqui do malas também partilha. Agora, fiz uma pausa nessa viagem, mas não arrumei as malas.
Quando esta raiva dos trabalhos precários, dos que não deram valor ao meu trabalho e dos que prometeram em vão passar...eu volto a aviar as malas e parto. Mas só com uma condição...que as malas sejam chiques.

Até breve! 

PS. Perdoem-me a ausência, o meu computador está meio maluco e estou por uns dias dependente do do meu irmão...mais novo. E pronto, imaginem.

Silvana