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domingo, 2 de fevereiro de 2014

A problemática dos fins-de-semana


Até há bem pouco tempo, a única rotina que eu tinha aos fins-de-semana era ir buscar a minha prima Salomé para passar o Sábado e o Domingo comigo na casa da minha avó. Agora, os dois dias do fim-de-semana tornaram-se nos dois dias da semana em que a minha agenda está mais preenchida. Não sei se toda a gente sofre deste mal ou se sou eu a única afectada. Talvez porque estou longe de casa durante o resto dos dias. Mas o fim-de-semana é sempre um pau de dois bicos. Começo a semana sempre mais cansada do que a terminei. E, mesmo assim, parece que o tempo nunca chega para tudo. Mas adiante, chego ao Domingo à noite a pensar que na segunda-feira ninguém devia trabalhar. Devia ser nomeado dia de descanso oficial, um dia para ficar em casa sem fazer absolutamente nada para recuperar energias do corre-corre do fim-de-semana. É uma relação de amor-ódio esta que tenho com o fim-de-semana, mas como em quase todas as relações de amor-ódio, não a trocava por nada.